Uma
Escola Nova

Nesta nova era que atravessamos é condição
importante que a escola e a sala de aula sejam cada vez mais apelativas e ofereçam
melhor ambiente de trabalho. Esta nova conjuntura levou o Ministério da
Educação e muitas Autarquias a desenvolver um serviço notável e notório de
renovação de infra-estruturas das escolas, como é o nosso caso. Com esta nova
realidade, é necessário chegar a um outro nível, a que correspondam novos
paradigmas de escola e de sala de aula. Não falamos só de arquitetura,
equipamento, tecnologia, ou conforto, mas também, e sobretudo, da forma como as
pessoas interagem e como se processa a transmissão/aquisição de conhecimentos e
de experiências entre professores, alunos, pais e cidadãos.
Mas a comunidade não se ocupa unicamente em transformar a
sua própria situação, já que se vê obrigada a enfrentar as próprias limitações
não educacionais impostas ao ensino. Esta dialética entre o educacional e o não
educacional fixa a atenção do grupo na educação compreendida na sua totalidade
e nas suas relações com aquela parte da estrutura social que ultrapassa a
educação. Assim, o grupo é convidado a considerar não só o domínio da sua
própria ação mas também o da ação educativa como parte de um domínio social
mais amplo. (Carr e Kemmis, 1988)
Conhecer as escolas não é uma exigência que
afeta apenas os profissionais que nelas trabalham, as famílias que têm filhos
em idade escolar ou os políticos que as governam. Conhecer o que se passa nas
escolas é um direito e um dever partilhado que cabe a todos os cidadãos de cada
país. Porque a educação é um assunto de todos. O futuro da educação em Portugal
depende do futuro da sociedade e da vontade e desígnios de cada um dos
cidadãos. É neste sentido que todos nos comprometemos neste próximo triénio.
Missão,
Visão, Princípios e Valores
O
projeto educativo do agrupamento de escolas D. Miguel de Almeida,
constituindo-se como um instrumento de concretização e de gestão da autonomia,
consagra a matriz das políticas educativas, que, enraizadas na especificidade
de um contexto geográfico e sócio-cultural, pretendem responder, com efetiva
proficuidade, aos reptos exigidos por uma sociedade dinâmica que se pauta pela
permanente atualização de saberes e
competências, numa ótica de partilha
e de conjugação de vontades e,
simultaneamente, construir e consolidar
uma identidade própria num agrupamento que, propulsor da valorização do conhecimento, pugna pela qualidade da formação ministrada (Projeto Educativo do
Agrupamento)
Para
o sucesso de todos e de cada um
O Diretor
Jorge Manuel do Carmo
Beirão